Harmonizações

Quer aprender mais sobre harmonização de vinhos? Então está no lugar certo. Vinho e comida permitem arriscar e descobrir novas e deliciosas combinações. 
Mas a gente também sabe que uma dica sempre cai bem, né? Para isso separamos 10 dicas para você mergulhar de vez nesse mundo.

1. Tente usar os mesmos adjetivos para o vinho e o prato.    
Se for possível coincidir os termos que definem cada um deles, é bastante provável que a combinação dê certo.

2. Para pratos apimentados, vá de brancos pouco alcoólicos.
Riesling, Pinot Gris ou Gewürztraminer com certo açúcar residual ajudam a suavizar a picância de pratos da culinária mexicana e tailandesa, por exemplo.
Uma outra dica é apostar na Syrah, que inclusive traz alguns aromas de especiarias, o que a faz uma bela companhia para pratos mais condimentados.

3. Tente usar definições contrárias para o vinho e o prato.   
Sim. A vida é feita de contradições mesmo. Em todo caso, veja como essa premissa também pode fazer sentido: um vinho de sobremesa como o Porto, que costuma ter altos índices de açúcar residual, portanto tende a nos proporcionar em boca a sensação de ser doce, tem como harmonização clássica queijos de mofo azul, que são bastante salgados.

4. Se quiser cozinhar com legumes e verduras, adicione vinho à receita.
Vegetais são muito diversos, e essa explosão de sabores e texturas pode dificultar a harmonização, a não ser que haja um pouquinho de vinho no prato, o que ajuda a equilibrar os elementos.

5. Prefira os brancos para harmonizar com tábua de queijos.  
O ponto é: alguns queijos preferem vinhos brancos, e outros, tintos. No geral, a maioria vai bem com um branco seco, que une a acidez de um à cremosidade  do outro.
O principal ponto nessa harmonização é encontrar um vinho com boa acidez para cortar a cremosidade e gordura de cada queijo, e nisso o branco pode ajudar.

6. Atente-se para o molho, principalmente quando a carne tiver sabor mais suave.
Carnes de porco e brancas, principalmente as aves, frequentemente são preparadas com molhos à base de frutas, ervas ou outros temperos marcantes. Assim sendo, não são elas que dão o sabor primário à receita, e sim o molho. Portanto, não são elas que vão ditar a escolha do vinho, e sim o molho.

7. Você é fã de comida japonesa? Então vem #SemMedo nos brancos ou tintos leves.
Sushi, Sashimi, Temaki de Salmão: sua boca salivou? Agora imagina com um bom vinho branco do lado. Aqui a única dica é fugir dos vinhos muito tânicos. Isso porque os taninos combinados com a gordura natural do peixe causam uma sensação metálica desagradável em boca.
Pinot Grigio, Chardonnay sem barrica – todos esses podem ser o par ideal quando o assunto é comida japonesa. E se você for fã de tintos, aposte em Pinot Noir ou Merlot.

8. Sirva um vinho tânico e encorpado com carnes igualmente robustas.
Com a estrutura muscular da carne, os taninos tornam-se mais flexíveis. Eles ajudam a limpar o palato, varrendo as gorduras de sua língua e deixando-a pronta para a próxima garfada.
Além disso, o sal, que é ‘amigo’ no momento da harmonização e é natural da carne, amacia os taninos.

9. Pratos versáteis combinam muito com a Tempranillo
Sabe aquela noite de petiscos – queijos, salaminho, amendoim: a Tempranillo faz muito bem seu papel nessas situações. Essa uva gera vinhos frutados e leves, muito fáceis de agradar. Por isso, serví-la nessas situações pode ser favorável.

10. Divirta-se.
Como já dissemos, as possibilidades são infinitas quando levamos em conta a diversidade de sabores, cores e humores que influenciam o preparo de uma receita ou a experiência de degustar um vinho. Arrisque-se, explore e verá: não há como o resultado ser qualquer coisa menos do que apetitoso.

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